CONHEÇA AS BANDAS QUE TOCARAM EM 2010

AÉREOS

Aeromoças e Tenistas Russas (São Carlos – SP)
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Aeromoças e Tenistas Russas

No início de 2007, Juliano Parreira, Thiago “Hard” Gonçalves, Gustavo Palma e Nilo Arruda se conheceram, mas foi em 2008 que a banda finalmente aconteceu, a Aeromoças e Tenistas Russas busca em suas composições unir o experimentalismo e a mistura de influências diversas com uma abordagem pop, dançante e de fácil acesso. Trabalhando com uma proposta instrumental com influencias de Rock, Funk, Samba, Fusion e Acid
Jazz o show da Aeromoças e Tenistas Russas é sempre descontraído – assim como próprio nome já indica – e com um caráter de celebração: a banda busca trazer para o publico, no palco, a mesma irreverência , naturalidade e espontaneidade com que os membros da banda passeiam por todas os
suas infuências para criar sua música .


Mamma Cadela (São Paulo – SP)
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Mamma Cadela (foto: Marília Vasconcellos)
Mamma Cadela (foto: Marília Vasconcellos)

Mamma Cadela é um quinteto instrumental da cidade de São Paulo que utiliza toca-discos, samplers e sintetizadores misturados com a boa e velha formação bateria-baixo-guitarra para criar um inesperado ponto de vista musical, que muitas pessoas definem como a trilha sonora para um filme imaginário. O grupo já se apresentou em cinemas, teatros, exposições, bares e pubs, festivais e performances ao vivo na televisão, além de ter participado de trilhas para documentários e curta-metragens. Em 2006, lançaram seu primeiro álbum, “Mamma Cadela em Busca da Verdade” que teve boa aceitação pela mídia e pelo público. Atualmente, a banda está pronta para lançar o segundo álbum “Mamma Cadela e a Geração Espontânea”. Fernando Coelho, Fabio Pinczowski, Ismael Sendeski, Vanilson Rodriguez e Ladislau Kardos.

O Garfo (Fortaleza – CE)
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O Garfo

Música transgênica. Stoner-pop, Post-eletro?! Enfim, qualquer coisa dessas serve para quem se preocupa em enquadrar sonoridades e arrisque definir O Garfo. O Garfo passeia por um terreno quase inexplorado pela cena cearense, com um som instrumental, meso-eletrônico/meso-humano, que se aproxima do rock industrial do Nine Inch Nails, apesar deste não ser bem o ponto. O Garfo foi destaque do III Festival Se Rasgum (PA) e das edições de Natal (RN) e João Pessoa (PB) no Festival Nordeste Independente. E ainda figurou na programação dos festivais
Grito Rock (Fortaleza, Cuiabá – MT, Uberlândia – MG, Montes Claros – MG e Goiânia – GO), DoSol (RN), Mundo (PB) e dos locais Rock-Cordel, Forcaos, BNB de Música Instrumental e Feira da Música. Felipe Gurgel (baixo),  Vitor Colares (guitarra),  João Victor (bateria).


Tigre Dente de Sabre (Bragança Paulista – SP)BANDA MADRINHA
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Tigre Dente de Sabre
Tigre Dente de Sabre

O som é meticulosamente calculado, permitindo arriscar que apesar do jazz ser o intento máximo do trio instrumental, é o pós rock, elegante e orgânico que embasa o som. Também definitivamente, um som pop, de referências múltiplas, mas fáceis. O aspecto orquestral da coisa, com minutos inteiros preenchidos por uma enorme massa sonora, cujo crescente parece não ter fim dá o toque final para deixar a audiência de queixo caído. Guilherme Calzavara (bateria), Zé Pi (Guitarra) e Marcos L. (baixo elétrico).

AQUÁTICOS

Hellfishes (Curitiba -PR)
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A banda Hellfishes iniciou suas atividades em meados de 2008 em curitiba, formada por Mark Cleverson (guitarra), Mutant Cox (contra-baixo acústico) e Marcus Coelho (bateria), todos veteranos da cena musical curitibana e ex-integrantes da banda de surf music Maremotos. Ao utilizar o contra-baixo acústico, em substituição ao baixo elétrico, a banda Hellfishes adquiriu um estilo próprio, com uma “pegada” mais western e psychobilly, porém, sem perder as características da surf music clássica, original dos anos 60.


Kozmic Gorillas (Londrina – PR)
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O Kozmic Gorillas surgiu na virada de 1999 para 2000 em Curitiba – PR e agora está radicado em Londrina PR e em sua formação atual encontram-se Marcio Tadeu na guitarra, Felipe Pé-de-pano no baixo e Billy Monster na bateria. com esta formação, a banda já se apresentou em diversas cidades e tem dois discos gravados “Conquering the space” (2001) e “Gorilla..s Curse” (2003) e uma participação na coletânea Reverb Brasil. Os integrantes da banda já tocaram, ou ainda tocam, em algumas formações do rock independente do paraná como The Brown Vampire Catz (Felipe), Freak Phantoms (Billy), Os Cervejas, King..s Tone (Marcio). Com influências de The Ventures, Belairs, The Lively Ones, Man or astroman?, Los Straitjackets, Link Wray, The Bomboras. Algumas bandas brasileiras também fazem parte influenciam a banda desde o início: Tri Dux, Gasolines, das mais novas, até Jordans e Incríveis.

The Mullet Monster Mafia (Piracicaba -SP)
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Formado em meados de 2008 na cidade de Piracicaba – SP, o The Mullet Monster Mafia busca nas raízes da Surf Music trazer à tona toda a contemporaneidade dessa música criada no final dos anos 50 e que ganhou fama pela peculiaridade da forma de tocar guitarra de Dick Dale. Com estilo agressivo e pesado, o MMMafia traz a antiga forma de tocar guitarra aliada ao brilhantismo do trompete, e a batidas agressivas; o que acabou por gerar sua própria identidade, batizada de Power Surf Music. Melodias atuais e estilo contemporâneo marcam os músicos da banda, formada por Verme na guitarra (ex-Happy Cow), Moloncio no trompete (ex-Skacaos), Bolinha no baixo (ex-Happy Cow) e Emiliano Ramirez na bateria. O primeiro registro do MMMafia, batizado “Power Surf Orquestra”, foi gravado durante a segunda quinzena de janeiro/2009, e produzido pelo renomado Celso Rocha.

Retrofoguetes (Salvador-BA) BANDA MADRINHA
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Criado em 2002 em Salvador, Brasil, os Retrofoguetes vem se firmando como uma das mais conceituadas bandas do circuito independente brasileiro. Hoje, com cada vez mais identidade, tem mesclado outras referências aos temas que compõem. Além dos tradicionais rockabilly, polca e música circense, abriram mais espaço no repertório para elementos de mambo, tango, música italiana e swing jazz. O resultado é música pop bem-humorada e extremamente visual. O retrofoguetes que se originou Da dissolução do Dead Billies reflete uma ampliação de linguagem, que deixa clara a falta de preocupação de estarem presos a um estilo específico, como a tradicional surf music de 60. Ambientado na literatura, no cinema e nas HQs de ficção-científica, o trio instrumental de surf-music composto por Morotó Slim (guitarra), CH (baixo) e Rex (bateria) traz ainda elementos do psychobilly, polka, spy music, bolero e valsa, tudo feito para funcionar como uma envenenada trilha sonora.

TERRESTRES

Búfalo (SBC – SP)
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Búfalo

O BÚFALO é uma banda de São Bernardo do Campo que começou em  2006, quando Marcus (Fumaça) Ariosa ainda compunha e gravava sozinho as músicas embrionárias do projeto.  Já em 2007 Fumaça reúne todos antigos amigos e parceiros musicais para juntarem-se a banda, a partir daí foram diversos shows por São Paulo e região do ABC e um EP chamado CIDADEMATA lançado em 2008. Depois de passar por algumas alterações na formação da banda, hoje o Búfalo é Marcus “Fumaça”Ariosa (guitarra), Rafael Murador (guitarra), Thiago “Budha”Secol (baixo), Flavio “Tubarão”Lazzarin (bateria).

Epcos (Recife-PE)
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A criação da EPCOS aconteceu oficialmente em 2009 na cidade do recife, paralela à formação e evolução musical de seus integrantes: jovens instrumentistas que tocam juntos desde o início de seu aprendizado. Sem rótulos, fazem uma música visceral com a intenção de passar aos ouvintes o prazer de executá-la. Assim, o power trio pernambucano não apenas moldou seu som a partir das jams realizadas em sua gestação, como transformou as sessões de improviso na espinha dorsal de suas composições. Com pouco tempo de estrada a banda já acumula em seu histórico uma indicação na revista de circulação nacional POEIRA ZINE na edição de março de 2010 e também uma participação vitoriosa no primeiro Festival de Artes da UFPE no primeiro semestre do mesmo ano. Johnny Guit: Guitarra, Thiago Correia: Contra-baixo e Rodrigo Correia: Bateria

Huey (São Paulo – SP)
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Huey

Formada no final de 2009, por integrantes das bandas Costanza, Pagedown e 2DF, que mesmo depois de alguns anos de  estrada com suas respectivas bandas, ainda buscam fazer algo diferente e sem muitas regras na música instrumental.  Em 2010 fizeram sua estréia nos palcos. E toda essa celebração musical rendeu o primeiro lugar no Festival Tech, Brands and Rock’n'Roll. No segundo semestre de 2010, deram início a pré produção do álbum (ainda sem nome), com previsão de lançamento para o início de 2011. O disco será lançado em vinil, resgatando uma vontade unânime da banda em possuir um registro sonoro na querida “bolacha”. Metal, rock, hardcore, stoner,  instrumental, Huey é um pouco de tudo isso. Dane EL (Guitarra), Vina (Guitarra), Minoru ( Guitarra), Vellozo (Baixo), Rato (Bateria)

Fantasmagore (Rio de Janeiro – RJ)
www.myspace.com/fantasmagorewebfantasmagore

Formado no Rio de Janeiro por quatro músicos de diferentes estados do Brasil: Leonardo Villas-Boas, guitarrista carioca; Emerson Guerra, baixista nascido em Minas Gerais; Fred Fernandes, baterista paulistano, e Arthur Bezerra, guitarrista natural do Pará. A influência do universo “fantasmagórico”, presente em filmes de animação e técnicas rudimentares de projeção, é tema de várias composições da banda, através da criação ambiências e paisagens sonoras livremente combinadas com distorções, dedilhados, grooves e demais texturas encontradas no tradicional formato de baixo, guitarras e bateria.

ÍGNEOS

Discotiki (Sâo Paulo-SP)
www.myspace.com/discotikidiscotiki-por-ivan-padovani_alta

Grupo de música experimental de São Paulo/Brasil, foi formado em 2007 por Diego Raso (guitarra-synth), Chris Voisin (Baixo), Ivan Padovani (DJ/EFX) e Victor Guy (Bateria). Procura mesclar sons acústicos e eletrônicos, criando grooves étnicos e modernos (Ritual Grooves).
A partir de pesquisas constantes e do não apego a vertentes específicas, a banda agrega ao seu estilo referências das mais diversas. De timbres clássicos da disco-funk, aos conceitos mais atuais da música eletrônica, sendo esse um dos fatores que torna sua música de difícil classificação.
O repertório da banda é formato por músicas autorais do primeiro EP lançado em 2008, e sessões de interação livre desenvolvidas na hora pelos músicos. O Discotiki se apresenta regularmente na noite paulistana em casas como: Tapas Club, Casa das Caldeiras, Idch, Na Mata, Kitsch Club, Bleecker Street entre outras.


Martinez (São Paulo – SP)
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martinez

O grupo instrumental paulistano mistura jazz, rock, funk, gipsy, boogaloo sempre com uma pitada de uma brasilidade urbana. Os temas são na sua maioria compostos pelo guitarrista Rafael Martinez, que fundou o projeto em 2003 juntamente com o originalíssimo Nandinho Thomaz na bateria e a pegada funk de Daniel Xingu no baixo. Em 2004, Rafael muda-se para Portugal onde continua o projeto apresentando-se com músicos locais. Em 2005 vem a fase inglesa com uma banda franco-baiana. Mais shows e composições. De volta ao Brasil em 2007 incorpora novamente a cozinha original e finalmente no mesmo ano forma o atual quarteto com o vibrafonista Beto Montag, recém chegado do Canadá e o seu raro instrumento incrementado por pedais de guitarra. O CD independente “Martinez” gravado em 2009 é o resultado das experiências de todos esses anos.

3 Cruzeiros (São Paulo-SP)
www.myspace.com/trescruzeiros

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Com composições próprias instrumentais e arranjos para alguns clássicos do cancioneiro mundial (incluindo releituras do jazz, tango, rock, etc…), o grupo traz a atmosfera sonora dos anos 60 que vai do bolero ao surf, do pop ao jazz – tudo isso calçado na formação do power trio. O conjunto formado por Hurso Ambrifi (contrabaixo),Pedro Falcão (Bateria), Pedro Penna (Guitarra) surgiu da necessidade desses três amigos de tocar juntos. Além da amizade antiga, a vontade de fazer música sem rótulos, tendo a experimentação e improviso como fatores determinantes, faz a força do som do 3Cruzeiros.

Saunoflex (São Paulo – SP) BANDA MADRINHA
www.myspace.com/saunoflex

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É um grupo de música instrumental, nascido em São Paulo em 2006, o projeto é composto por Bruno Costa no sax alto, Roberto Lang na guitarra, Renato Rapp no baixo e David Forrel na bateria. O Saunoflex está em uma encruzilhada. Entre o samba, o jazz e o rock’n roll não há caminhos marcados para quem não vê nada permanente. De John Coltrane até Baden Powel, um universo inteiro se abre para o grupo.  A pegada é forte e um “Kind of Blue” aparece enquanto o ritmo se impõe.  Como em camadas a cozinha transparece ao mesmo tempo no fundo e no primeiro plano. Quando o sax entra, a compposição está completa.  A mistura é forte e não tem contra-indicação.

ELÉTRICOS

Astronauta Pinguim (Porto Alegre – RS)
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A carreira solo do músico e produtor gaucho Astronauta Pingüim teve início no ano de 2000. Depois de passar por várias formações importantes da cena gaúcha (tocou e gravou com Júpiter Maçã e Wander Wildner, entre muito outros) o Astronauta resolveu lançar-se em carreira solo com o CD “Petiscos: sabor churrasco”, no qual ele regravou versões instrumentais para clássicos do rock “made in RS”, utilizando-se para isso vários de seus teclados antigos, originais dos anos 60 e 70 (sintetizadores MOOGs, piano elétrico Wurlitzer, órgão Farfisa, vocoder). Este projeto acabou tendo maior repercussão no centro do pais, o que levou o Astronauta a mudar-se para São Paulo. Já na nova casa, passou a ser requisitado para dirigir shows e projetos de grandes nomes da musica brasileira, como Elba Ramalho, Zezé Motta, Maria Alcina e Perla, entre outros. Em 2008 lançou seu segundo disco solo “Supersexxxysounds”, com composições próprias.

Groove Groove (São Paulo – SP)
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As primeiras linguagens do jazz, como hagtime, boogie-woogie, swing até o bepbop e o cool jazz, revisitados através da linguagem da música eletrônica dos anos 70 e 80, com seus samplers e sintetizadores, são a tônica do Groove.Groove. Os músicos Rodrigo Trevisan e Tchelo Nunes tocam vários instrumentos, entre eles violino, guitarra, contrabaixo, teclado, percussão, além de assinarem a produção musical de suas obras.
Seus estudos voltados à música étnica percorrem o Leste Europeu, o Oriente Médio e o Norte da África e encontram nos centros urbanos uma textura sonora elegante, numa fusão de “grooves” dançantes e projeções sonoras de electro jazz.

Pé na Cozinha (São Paulo – SP)
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O duo paulistano de jazz experimental, Pé na Cozinha se encontrou pela primeira vez em 1999. Leandro Brou, que com o contrabaixo elétrico faz a harmonia e melodia, e Fernando Thomaz cuida da ritmica. A dupla já participou de trilhas de cinema ao vivo, teatro e jingles. Sempre levando o DNA do Pé nas suas composições, que passam pelos mais variados estilos, como: dub, soul, guitar, samba… é o minimalismo fino de contratempos perfeitos que marca a estética da banda.


Wash (São Paulo – SP)
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Um baixo e uma bateria. Instrumental.  Um solo distorcido e  alguns surdos extremamente graves preenchem  possíveis  vazios, assim como sua performance domina o palco. Dizem que preferem palcos menores. Faz sentido.
Depois do lançamento de seu primeiro full-lenght,  intitulado “Second Round” ,  Tito e Paulo continuaram a sua curta  história de 3 anos lançando seu mais novo CD: “Reflux”.
Suas influencias vão de AC/DC a The Who.   Uiuiui…  que ecléticos!!!  Mas ouvi traços de Beethoven e Toy Dolls, o que está raro de se encontrar atualmente. Me  lembrou  umas trilhas sonoras de filmes clássicos.Saquei que são daquelas bandas que odeiam ser chamada de “projeto” para se sentir “inteligentes”. Pô,  se for para elogiar, aplauda.

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5 respostas a CONHEÇA AS BANDAS QUE TOCARAM EM 2010

  1. Luiz Mello disse:

    Nosso amigo XXX de fato não conhece o festival…
    Ele tá achando que é mais um festivalzinho de música instrumental como ele disse “carretta”. Inveja é um troço ridículo né… tenho pena.

    O pior é a galera que fala mal sem nunca ter nem ido no PIB. Minha banda ainda não entrou, mas nem por isso fico detonando, muito pelo contrário. E ainda quero ir nos dias de PIB prestigiar, conhecer melhor. Quem sabe assim um dia minha banda entra.

    Gente que se acha e ainda detona a cena instrumental que já é tão sofrida e sem espaço!!!

    XXX, vai ouvir Sauno Flex e Tigre Dente de Sabre, depois ve se vc tem coragem de vim aqui falar que o PIB tem banda manjada e careta…

    Muito legal o festival chegar a terceira edição forte num país de bandas emos dominantes.
    Parabens pra todos!
    Nos vemos no PIB!

  2. pedro falcão disse:

    olha, sou super a favor de vaias e ovos! é porque isso não existe mais que muita coisa por aí acontece.
    oié!

  3. xxx disse:

    instrumental zinho manjada carettta

  4. sermão disse:

    Parabens a todos….MAS:
    Cade a vanguarda que existe hoje subvertendo tudo e desconstruindo esta forma mais que manjada de se fazer musica?
    Espero que mandem bem pois levarei ovos para a banda e produção….kkkk